Teu sorriso acalma a minha alma.
Pablo Henrique Dantas.  (via se-eu-pudesse)

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(via insexs)


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Eu sei que não sei fazer cafuné direito, eu sei que tô sempre com o cabelo desarrumado, só atraio confusão e não costumo escolher as melhores roupas. Eu sei que às vezes eu erro, tenho minhas crises existenciais e aquele medo exagerado de perder. Eu sei que de vez em quando eu colo em você, que quando brigo sou criança. Eu sei que minhas piadas não são lá tão engraçadas, que meu humor não é sempre dos melhores e que meu jeito é todo desajeitado. Eu sei que sou torto, do avesso e as vezes idiota pra caralho. Mas por favor, não desiste de mim não. A gente combina, pode acreditar. Vai dar certo. Tem de ter, pelo menos, um motivo pros meus dedos encaixarem tanto nos teus. Agora, pelo menos dessa vez, eu vou fazer com que dê tudo certo. Confia em mim. Mas por favor, não desiste desse meu jeito desajeitado de ser.
Pedro Rocha. (via inverbos)

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Eu não devia ter deixado transparecer que te amava, as pessoas não dão valor para o que tem na mão. Mas o que eu ia fazer, se até uma criança olhando meus olhos veria o quanto eu estava apaixonado.
Guilherme.  (via inverbos)

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Meu último relacionamento durou bem pouco tempo. Conheci ela no corredor do ônibus, quando o semáforo ficou vermelho. A minha janela deu certinho para a dela. Ela vestia uma camiseta preta do Axl Rose e um chapéu de jazzista, nada de maquiagem. Eu tinha a cara enfiada num romance policial. Eu olhei, ela me viu. Eu desviei, antes da garota se dissuadir também. Voltamos a nos analisar. E sorrimos, inevitavelmente. Ela fez um biquinho doce e teatral com os lábios, sinalizando a vontade de um beijo inocente. Num raro lampejo de maturidade, botei a língua pra fora, girando a pontinha rugosa e pigmentada num movimento pseudo-sexy. Ela riu, baixou levemente o cenho, me achando pateta. Eu me estufei de orgulho por alargar aquele riso. O semáforo abriu e a gente parou de se ver. Ainda entornei o dorso para uma última olhada por cima do ombro. Não ia dar certo mesmo. Estávamos em lugares diferentes da relação, vivendo em direções opostas, a coisa andava rápida demais entre nós, e acho que as amigas dela não gostavam de mim. Mas foi bom e inesquecível, enquanto duraram os trinta segundos
Gabito Nunes.    (via inverbos)

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Para mim, duas coisas são fundamentais: olhares e voz. Tem coisa mais linda que um olhar? Sinceros, tímidos, reveladores, provocantes, que suplicam, agradecem, sorriem. E voz? Ela acalma e diz quem a pessoa é.
Clarissa Corrêa (via inverbos)

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Preciso admitir, sou muito irônica, e grossa às vezes, um pouco meiga de vez em quando. Gosto do meu lado apaixonada, mas quase nunca aparece. E meu lado safado chega a me assustar. Protetora e ciumenta ao extremo. Tenho um gênio difícil e um temperamento forte. Às vezes sou barraqueira, outras, calma até demais. Dura como uma pedra e frágil como um vidro. Um poço de orgulho, e mais conhecida como a rainha do drama, essa sou eu. E sabe o que mais me assusta? Ainda tem gente que gosta.
Tati Bernardi.   (via inverbos)

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